Elliott ajuda Dallas vencer Philly

O Eagles eram os favoritos. Acontece que Dallas tinha ideias diferentes e saiu triunfante  por 27 a 20 para passar para 4-5. Com o resultado positivo, eles continuam vivos na corrida divisional, mas Philly permanece sem vitórias em semanas consecutivas e cai para 4-5.

É difícil imaginar que seis dias atrás o time de Dallas Cowboys foram derrotados em casa pelos Titans; agora, eles permanecem dois jogos atrás do Redskins – assim como os Eagles – embora esses dois times pareçam estar indo em direções diferentes.

Tirando uma interceptação terrível no início do jogo por Leighton Vander Esch, que está lutando contra Derwin James para ser o melhor defensor do ano,  Wentz teve uma noite muito boa. Ele terminou 32 de 44 para 360 jardas, dois touchdowns. Ele foi afiado com suas leituras, forte com seus lances, boa movimentação no pocket, apesar de uma linha ofensiva instável, e foi difícil de derrubar. Estes são todos os desenvolvimentos positivos do Eagles,  que tem sido descontroladamente inconsistente nesta temporada, embora parecesse estar clicando nas últimas semanas.

Mas a semana de descanso não ajudou Philly no domingo; eles pareciam lentos e desorientados, e depois que o ataque finalmente apareceu, a defesa permaneceu  lenta e desorientada.

Dak Prescott  conseguiu 26 de 36 para 270 jardas com um touchdown e sem interceptações. Essa é a boa notícia para a defesa  do Eagles, porque Zeke Elliott desapontou; Ele correu para 151 jardas em 19 corridas, incluindo um touchdown, e acrescentou mais 36 jardas de recepção em seis capturas e outra pontuação.

A equipe adversária ficou estagnada,  e esse será um grande problema daqui para frente. Porque a menos que Wentz e companhia consigam 30 pontos por jogo, Philly vai ter muitos problemas para vencer nas seguintes semanas;  o time ultrapassou 30 pontos apenas uma vez nesta temporada – mas Ertz estava quase imparável contra os Cowboys. Ele tinha 14 capturas para 145 jardas e dois touchdowns.

Mas, novamente, se a defesa de Philly não melhorar, eles não terão chance de voltar aos playoffs. (nós sabemos, o secundário deles foi dizimado por contusões. Mas é o meio de novembro – todo time está lutando contra lesões. E a propósito, o Eagles perderam Wentz em dezembro passado e ganharam o Super Bowl.)

Em sua primeira temporada, Elliott teve uma média de 108,7 jardas por jogo e 5,1 jardas por corrida. Através de oito jogos nesta temporada, ele está em média apenas 85 jardas por jogo e 4,6 jardas por corrida. Mas ele parecia mais com o Eagles de 2016 contra os Eagles, e ele foi um grande motivo para os ataques do Cowboy, mesmo quando Prescott lutou para encontrar sua forma. Aqui está Zeke a meio do segundo quarto, tirando um pouco da pressão do jogo de passes e estabelecendo um field goal dos Cowboys.

As coisas ficam imensamente mais difíceis para os Eagles (4-5); Eles viajam para Nova Orleans para enfrentar os santos vermelhos (8-1) antes de voltar para casa para enfrentar os infelizes Giants (1-7). Os Cowboys (4-5), enquanto isso, viajam para Atlanta (4-5) para enfrentar os Falcons, que estão de novo constrangidos com o ressurgimento dos Browns. Depois disso, está de volta a Dallas para uma reunião com o líder da divisão Redskins (6-3).

 

Você pode reviver toda a ação em nosso blog ao vivo abaixo.

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Outro fumble detona Green Bay, Brady vence o duelo com Rodgers

Patriots continua a defender o melhor da AFC, enquanto  Packers estão agora a 3-4-1 e em terceiro lugar.

Pela segunda semana consecutiva, o Packers viu a vitória escapar novamente por um fumble. Em Los Angeles, no domingo passado, Ty Montgomery, inexplicavelmente, decidiu pegar um kickoff na end zone, ele agarrou a bola e tentou correr,  deixando a bola escapar. Aaron Rodgers viu a oportunidade de virar o jogo ir embora e o Rams gastou o tempo regular, para o triunfo.

Na noite de domingo no Gillette Stadium, o jogo ficou empatado até o terceiro quarto, no início do quarto final, um turnover mudou a direção do jogo, desta vez por Aaron Jones.

Algumas jogadas depois, Brady e Belichick tiraram um truque da manga, e Julian Edelman lançou um passe de 37 jardas para White, foi o começo do final de Rodgers e seus pupilos.

Três jogadas mais tarde, White correu para a end zone, para colocar sua equipe na liderança, e não deixando margens para seu adversário empatar.

No final do tempo regulamentar o placar era 31-17 em favor da equipe de New England.

O Patriots começou sem dois dos seus melhores jogadores. Nem Rob Gronkowski nem Sony Michel jogaram devido a lesões. Acontece que não importava. Isso não importa muito para Brady, a única dúvida que fica, qual jogador vai substituir e mostrar seu talento, para preencher o buraco deixado pelas estrelas?

Gordon e Patterson, ambos entraram na liga como grandes recebedores, e enquanto Gordon continua sendo um dos melhores da liga quando está focado no futebol, Patterson evoluiu para um retornador que é bom com a bola nas mãos.

A recepção de 55 jardas de Gordon no quarto final aumentou a vantagem dos Pats para 14 pontos:

Gordon terminou com  130 jardas e uma pontuação – ele liderou todos os receptores na noite – enquanto Patterson, que antes da temporada nunca levou a bola mais de três vezes em um jogo, teve 11 corridas para  61 jardas e um touchdown.

Outros fatores que contribuíram para o triunfo do Patriots: Jermaine Whitehead foi explulso depois de uma bofetada no rosto de David Andrews. Quando o jogo estava empatado no segundo tempo, Brady estava enfrentando um quarto e 21 jardas, a última coisa que você pode fazer é chegar perto do punter; e foi exatamente o que aconteceu. Robert Tonyan não conseguiu evitar o punter Ryab Allen, o contato foi grave, dando ao Patriots o primeiro down.

Brady terminou o jogo com 294 jardas e um touchdown e Rodgers com 259 jardas e dois touchdowns.

Domingo que vem a franquia de New England vai para Nashiville para enfrentar o Titãs, enquanto o Packers receberão o Dolphins.

Você acha que o time do Patriots tem outra chance para ir ao Super Bowl?

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As apostas do Ader

Ader é um sujeito que trabalha duro no NFL SA. Como não fazemos mock drafts. Decidimos fazer uma lista de jogadores a serem observados no draft de 2018 com as observações de Ader (introdução de César Augusto).

Quarterback

Josh Rosen (UCLA)

Um grande passador dentro do pocket e leitura da defesa, muita consistência e precisão em seus lançamentos. Seus problemas: pouca movimentação no pocket, longos lançamentos e tem a tendência a forçar lançamentos em situações perigosas.

Wide receiver

James Washington (Oklahoma  State)

É um dos mais velozes atletas de sua posição disponíveis  no draft. Sua extrema habilidade na recepção e grande poder em ganhar jardas após o primeiro contato, ótimo movimento com os pés, controle de corpo e posicionamento.

Running back

Saquon Barkley (Penn State)

Rara flexão e suavidade como atleta, particularmente para um running back de seu tamanho. Alguns movimentos são reminiscentes de Barry Sanders. Tem velocidade  de elite. Tem muito força também. Perspectiva de execução dinâmica.

Offensive guard

Quenton Nelson (Notre Dame)

Guarda excepcionalmente forte e de base ampla com incrível consciência e maldade. Funciona bem no segundo nível e rotineiramente destrói os linebackers. Imenso poder  como bloqueador de corridas. Único problema é quando a jogada é bem executada, ele se perde um pouco.

Defense end

Bradley Chubb (NC State)

Grande e robusto, com movimentos desenvolvidos de pass-rush e mãos pesadas para vencer tackles ofensivos de várias maneiras. Raramente perdeu  o seu lugar quando está do lado de fora. Burst é impressionante pelo seu tamanho. Alguns se dobram ao seu jogo também. Perspectiva limpa e estridente. Com certeza será escolhido entre os 10 primeiros.

Defense tackle

Maurice Hurst (Michigan)

Com sua força, experiente, está pronto para fazer um impacto em sua primeira temporada na liga. Com seus braços longos ele usa frequentemente para passar os linemen. Com uma boa velocidade, persegue o running backs pelo gramado. Será escolhido no primeiro round

Outside linebacker

Roquan Smith (Georgia)

Apesar de ser considerado pequeno, compensa com sua velocidade e capacidade de liderança. Muito bom em ler o ataque adversário e atacar a bola. Para seu melhor desempenho no profissional, tem que melhorar seu trabalho de mãos. Foi nomeado o melhor linebacker da NCAA, recebendo o Butkus Award.

 

Inside Linebacker

Rashaan Evans (Alabama)

Menor e mais compacto do que outros linebackers do Alabama dentro da NFl. Diagnostica rapidamente e ataca a bola. Quadris relativamente fluidos. Movimentos de rotação rápido, desviando dos marcadores e atacando como pass=rusher. Não se sobressai em qualquer área mas raramente está fora de sua posição.

Cornerback

Joshua Jackson (Iowa)

Combinação fantástica de comprimento  e habilidades com a bola que dão crédito e  pensamento que ele tornará um superstar na liga. Quadris flexíveis fazem dele uma arma importante na equipe

Safety

Minkah Fitzpatrick (Alabama)

Alto, comprido e atlético.  Habilidades com bola sólida e capacidade de correr com wideouts. Com excelente cobertura e leitura das jogadas, faz dele um jogador capaz de parar os ataques adversários.  Deve ser um dos primeiros jogadores defensivos selecionados.

Thigh end

Dallas Goedert – South Dakota State

O mais completo da classe. Ótimo bloqueador e melhor ainda como recebedor, muitos falam que ele será o futuro Gronk.  Muito parecido com o jogador do Patriots, Goedert é uma máquina de passes recebidos e pontos.

 

Offense tackle

Mike McGlinchey (Notre Dame)

Bloqueador pronto para a NFL que joga com a técnica correta e raramente está fora de posição. Muita experiência contra os movimentos contrários. Dominante, poderoso run-blocker. Tem problemas contra os rushers de velocidade devido à falta de rapidez dos pés.

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O efeito Foles

O Philadelphia Eagles conquistou o Super Bowl 52 contra todas as expectativas de mais uma conquista do New England Patriots sob o comando do quarterback Tom Brady. O QB da Filadélfia como Nick Foles foi o herói de tal jogo por tomar decisões arrojadas apoiadas pelo Head Coach Doug Perdeson junto com a confiança de sua linha ofensiva em um momento crucial da partida.

Mas como um quarterback tido como fracassado ganha um Super Bowl e consegue ser o MVP do jogo?

Os fãs brazucas diziam que Foles era um caso perdido após ser defenestrado do Eagles na tumultuada passagem de Chip Kelly em 2015. Ele não foi bem no Buffalo Bills antes de voltar a Filadélfia como quarterback reserva com um contrato modesto. Mas eis que o destino prega uma peça daquelas na qual não podemos imaginar como a lesão sofrida por Carson Wentz.

Parecia que o Eagles que tinha conquistado seed 1 da pós-temporada poderia ser derrotado contra um Atlanta Falcons ou Minnesota Vikings. Philadelphia foi capaz de derrotar tais franquias jogando em casa usando a torcida e sua linha defensiva que foi excelente ao conter QBs como Matt Ryan e Case Keenum sem sustos e com boas jogadas pensadas por Doug.

Então, pensamos que teremos uma derrota histórica em Minnesota. Mas a história muda de figura quando vem Nick Foles se entregando de corpo e alma. Ele assumiu uma responsabilidade para um quarterback criando jogadas que utilizassem os runnings backs junto com passes áereos como uma forma de avançar no campo adversário com o tempo no pocket.

O Eagles conseguiu avançar no campo do Patriots através de jogadas na terceira descida junto com uma ousadia de Pederson e Foles de usar táticas como passes aéreos longos para marcar touchdowns sempre quando tinham a posse de bola. Ao mesmo tempo que o Patriots tentavam usar a tática de passe curto entre Brady e Gronkowski. Mas a noite de domingo foi de Foles.

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A magia da virada do Patriots não funcionou contra o Eagles

Desta vez, o tempo  acabou para o  Patriots. O Hail Mary  nos segundos finais não chegou  nas mãos de Rob Gronkowski na end zone.

Por uma vez, o time de Bill Belichick ficou sem milagres. Por uma vez, Brady não teve essa última campanha heróica.

Estamos tão acostumados com Brady tirando essas jogadas milagrosas virando o placar no final do jogo. Ficamos tão acostumados com os seus deslumbrantes retornos do Super Bowl.

Com a interceptação de Butler contra o  Seahawks  na linha de gol, ou a maior virada de todos os tempos, tirando  um déficit de 25 pontos para o Falcons no ano passado, foi estranho não ter acontecido novamente, já que a equipe comandada por Belichick perderam por  41 a 33 para o Eagles no Super Bowl LII.

Como de costume, a chance estava lá.

O Patriots primeiro eliminaram um déficit  de 10 pontos para assumir a liderança no quarto período, mas sua defesa simplesmente não conseguiu manter o Super Bowl MVP Nick Foles (28-de-43, 373 jardas, três TDs, INT) sob controle . Ele colocou o Eagles à frente, depois de ter atingido Zach Ertz com o seu terceiro passe de touchdown.

Mas, ainda havia muito tempo no relógio para o Pats para atacar. Devolver a bola para  Brady faltando dois minutos,  é praticamente uma garantia de retomar a liderança do placar.

O quarterback completou 28-de-48 passes por 505 jardas e três touchdowns, teve a bola com 2:21 para o término do tempo regular.

Certamente, pareceu que mais um final de livro de histórias estava para acontecer. Não havia motivo para apostar contra isso. Somente um lance inesperado estava no caminho do time anotar outra vitória .

Depois de bater em Gronk por 8 jardas, Brady recuou para passar, mas foi sacked  pela primeira vez no jogo e teve a bola tirada por Brandon Graham. A bola estava solta e recuperada pelo DE do Eagles Derek Barnett.

A defesa conseguiu segurar os Eagles para um field goal, então os Pats ainda estavam vivos, mas tiveram que ir ao longo do campo para marcar, além de precisarem uma conversão em dois pontos. Faltavam 65 segundos. Brady achou  Danny Amendola, e chegou ao meio do campo, mas o tempo estava esgotando e o QB só tinha uma opção, o Hail Mary.

É realmente impressionante vê-los falhar,  por tudo o que Brady fez, não foi o  suficiente. O Eagles demonstrou toda a sua força e confiança e foram  simplesmente melhores.

A defesa dos Patriots não teve resposta para Foles e o ataque do Eagles. Eles não conseguiram sair do campo, com os Eagles convertendo 10-de-16 oportunidades de terceira descida, incluindo 2-de-4 na red zone.

O Eagles surpreendeu a defesa adversária com jogadas audaciosas, com o TE Trey Burton lançando para  Foles um  touchdown de uma  jarda na quarta descida, enquanto os Patriots perderam o deles. Brady totalmente  não segurou um passe de Amendola.

Em momento algum a equipe do Eagles não sentiu a pressão. Eles não deixaram Brady ganhar o jogo no final.

Não houve milagres desta vez. Eles não tiveram sua mágica de último minuto. Por uma vez, Brady simplesmente não conseguiu entregar.

Qual será o futuro do Patriots? Muitas mudanças virão, novos coordenadores, novos jogadores, o futuro de Brady e Gronk.

Já o Eagles com o retorno de seu QB titular, será um time para ser batido na próxima temporada.

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Cochilei, mas tenho que falar do jogo

Trabalho de redator de blog de futebol americano não tem sido fácil. Ficar de madrugada em frente ao computador para ver os jogos de segunda-feira na temporada regular te esgota fisicamente. Mas isso não quer dizer que não tenha uma opinião sobre a final da NFC entre Minnesota Vikings e Philadelphia Eagles que consagrou da franquia da Filadélfia por 38 a 7.

Quando o qb do Vikings, Case Neenum, fez um passe aéreo para touchdown. Todos pensavam que Minnesota pode fazer um estrago no Lincoln Financial Field. Mas ainda nós duvidamos da capacidade de Nick Foles. Um sujeito que é subestimado por nossos comentaristas brasileiros que não acompanham a mídia americana com o devido respeito.

O placar de 38 a 7 expõe que o Eagles utilizaram bem do efeito jogar em casa enfrentando duas equipes tidas como favoritas como Atlanta Falcons e o Minnesota Vikings porque a bendita imprensa brasileira sempre desconfia de Nick Foles por seu retrospecto da primeira passagem no Eagles em 2014 onde tinha que lidar com as maluquices de Chip Kelly.

Foles mostrou ser um bom jogador que consegue reverter adversidades. Outro fator como a boa linha defensiva que foi capaz de conter os passes longos de Case Neemun junto com outras táticas como não permitir as jogadas curtas de Matt Ryan no divisional round. Isso não se via em Filadélfia desde da saída de Andy Reid e voltou com a ascensão de Doug Paderson.

Enfim, não tenho um favorito em mente para o Super Bowl 52 em Minnesota. Meus coleguinhas de besteiras de Futebol Americano estão apostando até a mãe no Patriots e defendem que o Eagles sejam um eterno ícone de piadas toscas da NFL feita por nossos humoristas de plantão. Mas de garantido, eu não vou cochilar durante o jogo entre New England e Philadelphia.

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